{"id":10654,"date":"2020-07-29T21:31:02","date_gmt":"2020-07-30T00:31:02","guid":{"rendered":"https:\/\/febract.org.br\/portal\/?p=10654"},"modified":"2020-08-01T20:56:00","modified_gmt":"2020-08-01T23:56:00","slug":"ct-arco-iris-de-rio-branco-ac-completa-25-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/febract.org.br\/portal\/2020\/07\/29\/ct-arco-iris-de-rio-branco-ac-completa-25-anos\/","title":{"rendered":"CT Arco Iris de Rio Branco, AC, completa 25 anos!"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"940\" height=\"788\" src=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/25-ANOS-ARCO-IRIS.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10655\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/25-ANOS-ARCO-IRIS.jpg 940w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/25-ANOS-ARCO-IRIS-300x251.jpg 300w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/25-ANOS-ARCO-IRIS-768x644.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px\" \/><\/figure>\n\n\n<hr \/>\n<p>FEBRACT parabeniza a <strong>CT Arco Iris de Rio Branco, AC<\/strong>, pelos seus 25 anos de servi\u00e7o aos dependentes qu\u00edmicos e seus familiares.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><u>Hist\u00f3rico do \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d \u00e0 (Comunidade Arco \u00cdris)<\/u><\/strong><\/span><\/h3>\n<p>O \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d surgiu no ano de 1995, na cidade de Rio Branco, devido \u00e0 grande ang\u00fastia dos familiares de dependentes do \u00e1lcool e de outras drogas, que j\u00e1 se vivia no Acre, e que procuravam algum tipo de ajuda na Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n<p>A iniciativa, portanto, partiu de dom Moacyr Grechi, bispo diocesano na \u00e9poca, acolhendo a ideia daqueles que o procuravam, buscou parcerias governamentais e estrangeiras (italianas), refer\u00eancias internacionais, que o ajudassem na cria\u00e7\u00e3o de uma comunidade terap\u00eautica local, e que trabalhasse em favor da sociedade, ferida pela depend\u00eancia de subst\u00e2ncias psicoativas.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de diversos contatos, obteve a colabora\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o chamada \u201cProjeto Uomo\u201d, e do Centro de Solidariedade da cidade de Lucca, na It\u00e1lia (Organiza\u00e7\u00f5es que trabalhavam na recupera\u00e7\u00e3o dos jovens dependentes qu\u00edmicos e apoios familiares).<\/p>\n<p>Assim, uma comitiva acreana foi a It\u00e1lia, em fevereiro de 1995, encabe\u00e7ada por dom Moacyr, junto com o prefeito Jorge Viana, os padres M\u00e1ssimo e Luiz Ceppi, e a vereadora Francisca Marinheiro.<\/p>\n<p>O objetivo era visitar a comunidade terap\u00eautica de dependentes qu\u00edmicos do Centro Italiano de Solidariedade (CEIS), em Lucca, coordenado pelo padre Bruno Frediani, que j\u00e1 tinha visitado Rio Branco em outras ocasi\u00f5es. Na conversa com os h\u00f3spedes da casa terap\u00eautica de Arliano, e com padre Bruno, nasceu a ideia de iniciar tamb\u00e9m em Rio Branco um projeto de recupera\u00e7\u00e3o e de reintegra\u00e7\u00e3o social de adolescentes e jovens toxicodependentes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_10656\" aria-describedby=\"caption-attachment-10656\" style=\"width: 526px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-HISTORIA.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-10656\" src=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-HISTORIA.png\" alt=\"\" width=\"526\" height=\"124\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-HISTORIA.png 412w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/LOGOS-HISTORIA-300x71.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-10656\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Logos da CT Arco Iris ao longo destes 25 anos<\/strong><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>O projeto\u00a0 se\u00a0 concretizou logo, pois Jorge Viana ao regressar a Rio Branco, escolheu a Clenilde de Souza Belo Nogueira e Ana L\u00facia Reis Melo Fernandes, para receber um treinamento em Lucca, no Centro de Arliano, sendo que, as despesas de hospedagem das duas estagi\u00e1rias, estariam custeadas pela Arquidiocese de Lucca.\u00a0 A proposta foi apresentada tamb\u00e9m \u00e0 sobrinha do padre M\u00e1ssimo, Cl\u00e1udia De Paoli e \u00e0 sua amiga Mariella, que come\u00e7aram tamb\u00e9m seu est\u00e1gio, preparando-se, assim, para a nova miss\u00e3o em Rio Branco.<\/p>\n<p>O mesmo padre M\u00e1ssimo, queria conhecer \u201cin loco\u201d como seria o novo projeto a ser iniciado em Rio Branco, permanecendo de 20 de fevereiro a 20 de abril em uma das comunidades: \u201cQuis conhecer o m\u00e9todo usado na recupera\u00e7\u00e3o dos toxicodependentes e pedi ao padre Bruno a possibilidade de morar, durante dois meses, numa das casas de recupera\u00e7\u00e3o. Indicou-me a comunidade de Bicchio, \u2018Il Pino Rosa\u2019, perto de Viareggio, e ali acompanhei durante dois meses o caminho dif\u00edcil de recupera\u00e7\u00e3o de tantos jovens, homens, mulheres e m\u00e3es de fam\u00edlia. Finalmente, tamb\u00e9m em Rio Branco, ter\u00edamos uma casa assim\u201d.<\/p>\n<p>Confirmada essa colabora\u00e7\u00e3o, foram enviados tr\u00eas profissionais italianos, para desenvolver o trabalho terap\u00eautico com um grupo local e passar os conhecimentos, formando pessoas capazes de levar a frente esse projeto, e que se tornasse num futuro pr\u00f3ximo, puramente acreano. Depois dessas iniciativas e investimentos, encontros e forma\u00e7\u00f5es, foi poss\u00edvel realizar o sonho de algumas fam\u00edlias e da Igreja local. Tendo assim, a abertura de uma casa que podia acolher pessoas com problemas relacionados \u00e0s v\u00e1rias depend\u00eancias qu\u00edmicas.<\/p>\n<p>Com todo o processo montado e equipes treinadas, houve propaganda em toda a Diocese e a sociedade para come\u00e7ar um trabalho chamado triagem para que, atrav\u00e9s de entrevistas com familiares, iniciassem as primeiras interna\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim, no dia 25 de julho, foi a inaugura\u00e7\u00e3o do \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d, com a presen\u00e7a de dom Moacyr, Sr. Jorge Viana, padres e muitos leigos<strong>,<\/strong> que foram prestigiar os primeiros passos de um sonho fazia anos esperado. Visivelmente emocionadas estavam Cl\u00e1udia De Paoli e Mariella Stagno, que tinham chegado da It\u00e1lia, em novembro do ano anterior, como volunt\u00e1rias, para iniciar o \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d, que seria fruto de um conv\u00eanio entre as Dioceses de Lucca (It\u00e1lia) e de Rio Branco, entre a Prefeitura de Rio Branco e o Centro Italiano de Solidariedade, o CEIS.<\/p>\n<p>A primeira etapa do projeto consistiu no treinamento de duas pessoas de Rio Branco numa comunidade do CEIS, em Lucca, que se deveriam unir \u00e0s duas volunt\u00e1rias Claudia e Mariella, para o encaminhamento do Centro.\u00a0<\/p>\n<p>Cl\u00e1udia De Paoli falava naquele tempo: \u201cA nossa proposta concreta \u00e9 o funcionamento do Centro de Recupera\u00e7\u00e3o, onde as pessoas dependentes poder\u00e3o passar um certo per\u00edodo. Nesse tempo, o objetivo a ser atingido consiste em afastar a pessoa do ambiente que o leva ao consumo de drogas, e acolhendo-a numa\u00a0 comunidade terap\u00eautica, onde aconte\u00e7a\u00a0 a mudan\u00e7a de atitude e a ades\u00e3o a um novo modelo de comportamento. A comunidade\u00a0 \u00e9 fundamental nesse processo,\u00a0 pois a droga gera dificuldades de relacionamento e perda dos valores.\u00a0 A comunidade oferece um ambiente baseado numa rela\u00e7\u00e3o de ajuda m\u00fatua, uma possibilidade de confronto consigo mesmo e com os outros, que permita e facilite a redescoberta dos valores<strong>,<\/strong> como a responsabilidade, o respeito, a honestidade e a sinceridade\u201d.<\/p>\n<p>O Centro foi constru\u00eddo na \u00e1rea do Polo Agroflorestal da estrada de Porto Acre, km 19, com a previs\u00e3o de acolher at\u00e9 24 pessoas. A casa era de madeira, com v\u00e1rios c\u00f4modos para acolher a nova comunidade que devia iniciar essa cmainhada.<\/p>\n<p>As duas jovens italianas chegaram antes para sensibilizar a popula\u00e7\u00e3o a envolver-se no Projeto, visitar as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e come\u00e7ar um atendimento, orientando os pais de dependentes qu\u00edmicos.<\/p>\n<p>O primeiro conflito surgiu quando as duas volunt\u00e1rias de Rio Branco, Clenilde e Ana Lucia, voltaram de Lucca<strong>,<\/strong> junto com as duas volunt\u00e1rias italianas Cl\u00e1udia e Mariella. Todos esperavam com grandes espectativas o in\u00edcio do \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d, com a abertura da casa Arco-\u00cdris.<\/p>\n<p>Aconteceu que o doutor Donald, marido da Ana L\u00facia, pretendia ser o respons\u00e1vel do Projeto<strong>,<\/strong> dando-lhe um direcionamento pr\u00f3prio, enquanto o CEIS, institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel da forma\u00e7\u00e3o, tinha sido convidado pela Diocese e pela Prefeitura para acompanhar o Projeto com sua metodologia. Num encontro com dom Moacyr e o doutor Donald, Cl\u00e1udia e Mariella tiveram que declarar o completo \u201cdiv\u00f3rcio\u201d. Cada equipe organizaria\u00a0 sua comunidade terap\u00eautica, o Arco \u00cdris<strong>,<\/strong>\u00a0 no km 19 da AC-10<strong>,<\/strong> e a Apadec<strong>,<\/strong> na estrada Jarbas Passarinho. Assim, os dois centros de recupera\u00e7\u00e3o, Arco \u00cdris e Apadec, nasceram juntos, ali\u00e1s, dividiram-se antes de nascer.<\/p>\n<p>A Comunidade, que fazia parte do \u201cProjeto Caminho Aberto\u201d, come\u00e7ou a produzir seus frutos com a recupera\u00e7\u00e3o de jovens dependentes qu\u00edmicos, pois j\u00e1, nos primeiros seis meses, dava assisti\u00eancia a dez jovens.\u00a0 Cl\u00e1udia e Mariella receberam refor\u00e7os da It\u00e1lia<strong>,<\/strong> com a chegada de Paolo e Luca no m\u00eas de novembro<strong>,<\/strong> e tamb\u00e9m com os primeiros monitores acreanos<strong>,<\/strong> Dora Ara\u00fajo, Francisco de Assis e Clenildo Souza.<\/p>\n<p>Inicialmente, cada padre foi convidado a\u00a0 passar uma noite por semana na Comunidade Arco \u00cdris, para conceder uma folga aos monitores, e aproveitar para ajudar numa reflex\u00e3o b\u00edblica de manh\u00e3, ou acompanhar uma din\u00e2mica educativa com os internos.<\/p>\n<p>Durante tr\u00eas anos a It\u00e1lia manteve a Comunidade financeiramente e os tr\u00eas monitores italianos, para alcan\u00e7ar o objetivo desejado, que era o de implantar esse Projeto e formar os monitores nativos. Em janeiro de 2000, os mission\u00e1rios enviados voltaram \u00e0 It\u00e1lia deixando o Projeto sendo puramente acreano. Posteriormente, constituiu-se uma Associa\u00e7\u00e3o independente, jur\u00eddica e econ\u00f4mica, para administrar e dirigir o Projeto, com autonomia pr\u00f3pria, sendo seus membros todos acreanos e o presidente da mesma devia ser o bispo diocesano. Ao longo dos anos passou por momentos comprometidos, pois os recursos para manter a Comunidade, cada vez eram mais dif\u00edceis de conseguir, e n\u00e3o tinha mais condi\u00e7\u00f5es de continuar assim.<\/p>\n<p>Dessa forma, no dia 03 de mar\u00e7o de 2006, no sal\u00e3o de reuni\u00f5es da C\u00faria diocesana teve lugar a Assembleia da Associa\u00e7\u00e3o Caminho Aberto, para decidir sobre sua dissolu\u00e7\u00e3o ou continuidade. Foi decidido por vota\u00e7\u00e3o, 26 votos a favor e 2 absten\u00e7\u00f5es, sua dissolu\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m por vota\u00e7\u00e3o da maioria foi decidido que seu patrim\u00f4nio fosse repassado para as Obras Sociais da Diocese. Os trabalhos continuariam do mesmo jeito, mas a partir desse momento, seria com a dire\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o e total responsabilidade da Diocese, passando a fazer parte das Obras Sociais da Diocese de Rio Branco.<\/p>\n<p>Houve, portanto, v\u00e1rias mudan\u00e7as e avan\u00e7os, passando o inicial \u201cProjeto \u201cCaminho Aberto\u201d a chamar-se simplesmente \u201cComunidade Terap\u00eautica Arco \u00cdris\u201d, tonando-se uma das Obras Sociais da Diocese de Rio Branco, tendo o bispo como presidente, junto com uma equipe multidisciplinar, nos trabalhos de frente de inclus\u00e3o social aplicada, incentivando tamb\u00e9m os familiares a serem protagonistas de suas pr\u00f3prias conquistas, atrav\u00e9s do tratamento inclusivo, que se tornou uma refer\u00eancia local e de cidades e estados circunvizinhos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a estrutura f\u00edsica da Comunidade foi renovada, com a constru\u00e7\u00e3o de uma casa de alvenaria, em substitui\u00e7\u00e3o da velha casa de madeira, com capacidade para acolher 24 internos, com 06 quartos, de 04 camas cada um, e com banheiros inclu\u00eddos. Foi inaugurada no dia 13 de outubro de 2010.<\/p>\n<p>Atualmente, o regime \u00e9 com interna\u00e7\u00e3o de 12 meses, dos quais 9 s\u00e3o de gesta\u00e7\u00e3o de uma nova vida, trabalhando um cronograma terap\u00eautico pr\u00f3prio, na casa situada na Rodovia AC-10 (estrada de Porto Acre) km 19, e 3 meses de reinser\u00e7\u00e3o social, na Casa de Acolhida Souza Ara\u00fajo (BR 364 km 10).<\/p>\n<p>Na interna\u00e7\u00e3o, os acolhidos desenvolvem laborterapias inclusivas, que servem para a auto sustenta\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria casa e para algumas vendas, e com um foco mais voltado tamb\u00e9m para o tratamento Biopsicossocial, diferentemente da metodologia inicial que era a DAYTOP, modelo c\u00f3pia dos EUA.<\/p>\n<p>A Comunidade tem capacidade de acolher uma quantidade de 24 pessoas, com uma vida comunit\u00e1ria e familiar, aberta a toda a sociedade, em parceria com a justi\u00e7a e sa\u00fade local, recebendo pessoas indicadas por esses \u00f3rg\u00e3os e tamb\u00e9m com procuras volunt\u00e1rias.<\/p>\n<p>A Comunidade \u00e9 uma entidade filiada \u00e0 <strong>Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Comunidades Terap\u00eauticas &#8211; FEBRACT<\/strong>, com sede em Campinas \u2013 SP, <strong>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos do \u00c1lcool e Outras Drogas\u00a0 &#8211; ABEAD<\/strong>, e da <strong>Federa\u00e7\u00e3o Acreana de Comunidades Terap\u00eauticas &#8211; FEACT<\/strong>. Com essas parcerias, desenvolve-se um atendimento com mais qualidade profissional, atrav\u00e9s dos cursos de forma\u00e7\u00e3o e acompanhamentos oferecidos por ambas institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao longo destes 25 anos muitas pessoas ficaram na frente da Comunidade, com diferentes responsabilidades. Seus nomes fazem parte desta bonita hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Caminho Aberto (Fundadoras):<\/strong> Cl\u00e1udia e Mariele.<\/p>\n<p><strong>(Coordenadores):<\/strong> Paulo Pera, Luca Casotti, Azevedo, Estela e Assis.<\/p>\n<p><strong>Caminho Aberto (Monitores):<\/strong> Luca Casotti, Paulo Pera, Azevedo, Dora, Assis, Clenildo, Jo\u00e3o Duarte, Gleison, Osmarildo, Giliarde, Rosires, Alcineia e Moraes.<\/p>\n<p><strong>Arco \u00cdris (Coordenadores):<\/strong> Erotilde e Jesus, Francisca Agl\u00e9cia, Ana e Margarete, Renato, Paulo Cesar Rodrigues.<\/p>\n<p><strong>Arco \u00cdris (Monitores):<\/strong> Moraes, Francisca, Sandro, Renato, Agostinho, Ruberval,\u00a0Juliano, Jo\u00e3o, Erineudo, Ribeiro, Roberto e Oliveira.<\/p>\n<p><strong>Diretor espiritual:<\/strong> Pe. Luiz Pieretti.<\/p>\n<p><strong>Colaboradores:<\/strong> Vera, Aur\u00e9lio, Edson, Sebastiana, Lindaura, Alzira, Eriberto e Pereca.<\/p>\n<hr \/>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-4 wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><a href=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/0ef15511c5f5bfe404e81ad591c00546-300x279.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"279\" src=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/0ef15511c5f5bfe404e81ad591c00546-300x279.jpg\" alt=\"\" data-id=\"10661\" data-link=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/?attachment_id=10661\" class=\"wp-image-10661\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/0ef15511c5f5bfe404e81ad591c00546-300x279.jpg 300w, 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