{"id":1396,"date":"2017-10-05T18:31:29","date_gmt":"2017-10-05T21:31:29","guid":{"rendered":"http:\/\/febract.org.br\/portal\/?p=1396"},"modified":"2017-10-05T18:31:29","modified_gmt":"2017-10-05T21:31:29","slug":"da-rocinha-as-drogas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/febract.org.br\/portal\/2017\/10\/05\/da-rocinha-as-drogas\/","title":{"rendered":"Da Rocinha \u00e0s Drogas"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p>Da rocinha \u00e0s drogas<\/p>\n<p>Guilherme Athayde Ribeiro Franco (*)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O maior complexo de viol\u00eancia estrutural produzida pela nega\u00e7\u00e3o de direitos b\u00e1sicos \u00e0 moradia, \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, \u00e0 mobilidade e \u00e0 seguran\u00e7a, na zona sul carioca, situa-se perto de elegantes bairros como S\u00e3o Conrado e G\u00e1vea.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rocinha-entrada.jpg\" rel=\"http:\/\/tripintour.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/rocinha-entrada.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1402\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rocinha-entrada-300x164.jpg\" alt=\"Rocinha e Drogas\" width=\"400\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rocinha-entrada-300x164.jpg 300w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/rocinha-entrada.jpg 650w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A comunidade \u2013 h\u00e1 quem diga que hoje est\u00e1 na casa de cem mil pessoas \u2013 experimentou seu <em>boom<\/em> de crescimento desordenado na d\u00e9cada de 70 do s\u00e9culo passado. E n\u00e3o parou mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que antes eram ocupa\u00e7\u00f5es de pequenas ch\u00e1caras, com produ\u00e7\u00e3o de agricultura familiar (da\u00ed o po\u00e9tico nome: Rocinha), foi levada \u00e0 fat\u00eddica miss\u00e3o, em benef\u00edcio do progresso a alguns, de receber e fornecer m\u00e3o de obra barata e pouco qualificada\u00a0 para os mares nunca dantes navegados de concreto e asfalto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois disso, territ\u00f3rio sem dono, sem cuidado e\u00a0 sem voz, deu margem \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o dos cafezais, bananeiras ou hortali\u00e7as &#8211; mas sim da criminalidade organizada. Que comanda n\u00e3o s\u00f3 o com\u00e9rcio de psicoativos, como tamb\u00e9m de armas de fogo, explosivos e subjuga cidad\u00e3os honestos exigindo-lhes taxas para utiliza\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de cozinha em suas casas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/armas-e-drogas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1403\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/armas-e-drogas-300x188.jpg\" alt=\"Armas e Drogas apreendidas na Rocinha\" width=\"400\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/armas-e-drogas-300x188.jpg 300w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/armas-e-drogas.jpg 652w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje \u00e9 o epicentro de (mais)\u00a0 uma guerra. Entre as for\u00e7as da ordem p\u00fablica e os que mercadejam com o c\u00e9rebro e a sa\u00fade alheia. O Estado vive um impasse \u2013 porque falhou em pol\u00edticas p\u00fablicas comezinhas voltadas a fam\u00edlias, crian\u00e7as e adolescentes;\u00a0 e o mercador de c\u00e9rebro se aproveita das vielas que serpenteiam o morro mal urbanizado, em um conflito que se sabe como se inicia, mas n\u00e3o como termina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto isso, parte da m\u00eddia (democr\u00e1tica concess\u00e3o do poder estatal, reforce-se), ao inv\u00e9s de compreender que na verdade h\u00e1 uma disputa por espa\u00e7o em um vasto mercado que serve \u00e0 sociedade ac\u00e9fala de valores (sedenta de <em>prozacs<\/em> tropicalizados, a principiar pela droga de maior preval\u00eancia, o \u00e1lcool), bate-se pela\u00a0 legaliza\u00e7\u00e3o e libera\u00e7\u00e3o do plantio n\u00e3o de salsinha, cheiro-verde ou assemelhados. Mas de <em>cannabis<\/em>\u00a0 \u2013 planta que pode passar de quatro metros de altura \u2013 geneticamente modificada e muito mais lesiva aos neur\u00f4nios adolescentes que a experimentada pela gera\u00e7\u00e3o <em>flower power<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cannabis.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1404\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/cannabis.jpg\" alt=\"Cannabis na Rocinha\" width=\"325\" height=\"216\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Colhem-se at\u00e9 vozes respeitadas para alardear que <em>quando um fruto deixa de ser proibido, deixa de ser desejado<\/em>.\u00a0 Esse racioc\u00ednio, entrementes, n\u00e3o se sustenta em termos epidemiol\u00f3gicos. <strong>Pois maior a oferta da subst\u00e2ncia, maior o consumo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, essa vis\u00e3o de mundo ignora detalhes percept\u00edveis tanto ao cidad\u00e3o comum, quanto aos especializados em quest\u00f5es de sa\u00fade e seguran\u00e7a p\u00fablica.\u00a0 Palmar que com a almejada legaliza\u00e7\u00e3o, os que se dedicam ao crime n\u00e3o v\u00e3o correndo abrir suas microempresas individuais para comercializar um s\u00f3 tipo de produto \u2013 imaginemos que seja<em> maconha<\/em>, tal qual no Uruguai, com concentra\u00e7\u00e3o de THC na casa de 2%,\u00a0 mostrada <em>en passant<\/em> na reportagem do Fant\u00e1stico no dia 24.9. p.p.\u00a0 Tampouco entregar\u00e3o o seu arsenal \u00e0 Pol\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 relatos de autoridades uruguaias<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mundo\/noticia\/legalizacao-da-maconha-nao-diminuiu-trafico-no-uruguai.ghtml\">[1]<\/a> no sentido que o tr\u00e1fico n\u00e3o diminuiu por l\u00e1. Ora, a maconha \u201coficial\u201d n\u00e3o tem a mesma concentra\u00e7\u00e3o de THC\u00a0 que a fornecida pelo que se convencionou chamar de Narcosul: na casa de 15% de THC ou mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos crit\u00e9rios para se aferir a depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 o da<em> toler\u00e2ncia<\/em>. Ou seja: doses maiores da subst\u00e2ncia se fazem necess\u00e1rias para que se alcance o efeito desejado pelo usu\u00e1rio.\u00a0 Por que no Brasil seria diferente?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode-se at\u00e9 cantar: \u201cmaconha na tabacaria, drogas na drogaria\u201d,\u00a0 ou que esta terra ainda vai cumprir seu ideal, tornando-se um imenso maconhal. Contudo, os mais vulner\u00e1veis continuar\u00e3o l\u00e1 atr\u00e1s do \u00f4nibus, diria Rosa Parks.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">E a Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, conquanto de clareza \u00edmpar, no sentido de que o Estado deve primar pela prote\u00e7\u00e3o integral \u2013 isso abarca o sistema dopamin\u00e9rgico \u2013 de crian\u00e7as, adolescentes e jovens \u2013\u00a0 vira apenas um quadro na parede da mem\u00f3ria. E como doi.<\/p>\n<p><strong>*Guilherme Athayde Ribeiro Franco<\/strong><br \/>\nPromotor de Justi\u00e7a e\u00a0Especialista em Depend\u00eancia Qu\u00edmica pela UNIFESP<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da Rocinha \u00e0s drogas. 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