{"id":483,"date":"2017-05-31T12:32:24","date_gmt":"2017-05-31T15:32:24","guid":{"rendered":"http:\/\/febract.org.br\/portal\/?p=483"},"modified":"2017-05-31T15:33:46","modified_gmt":"2017-05-31T18:33:46","slug":"pronunciamento-sobre-a-nota-tecnica-do-ipea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/febract.org.br\/portal\/2017\/05\/31\/pronunciamento-sobre-a-nota-tecnica-do-ipea\/","title":{"rendered":"Pronunciamento sobre a nota t\u00e9cnica do IPEA"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p><em>Nota T\u00e9cnica Ipea &#8211; 2017 &#8211; mar\u00e7o &#8211; N\u00famero 21 &#8211; Diest<\/em><\/p>\n<p><strong>Perfil das Comunidades Terap\u00eautica Brasileiras<\/strong><\/p>\n<p>Na segunda metade do se\u0301culo passado iniciava-se um movimento revoluciona\u0301rio no cena\u0301rio mundial da sau\u0301de mental: a Reforma Psiquia\u0301trica. Mais tarde, na de\u0301cada de 80, chegaria ao Brasil sob a e\u0301gide do Movimento de Luta Antimanicomial, cuja data comemorativa aconteceu recentemente, no dia 18 de maio, data que se remete ao I Encontro dos Trabalhadores da Sau\u0301de Mental, ocorrido em 1987, na cidade de Bauru, SP, que reuniu mais de 350 trabalhadores na a\u0301rea de sau\u0301de mental, que elaboraram o primeiro pronunciamento sobre a Reforma Psiquia\u0301trica para o Brasil: o Manifesto de Bauru.<\/p>\n<p>No mesmo cena\u0301rio mundial, e tambe\u0301m atrave\u0301s dos mesmos atores (Maxwell Jones, entre outros), e com as mesmas bases conceituais e metodolo\u0301gicas, nascia a proposta das Comunidades Terape\u0302uticas (CTs), inicialmente psiquia\u0301tricas, que mais tarde se tornariam um modelo consagrado de atendimento para a depende\u0302ncia qui\u0301mica, no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>Por outro lado, com o alarmante crescimento deste problema no Brasil depois da de\u0301cada de 80, assim como pela ause\u0302ncia de poli\u0301ticas pu\u0301blicas que dessem conta do problema, houve uma indiscriminada proliferac\u0327a\u0303o de locais de internac\u0327a\u0303o\/acolhimento para dependentes qui\u0301micos que, mesmo se autodenominando como CT, em nada se assemelhavam ao modelo inicial proposto, baseado no respeito a\u0300 dignidade humana, no modelo psicossocial \u2013 que garante a participac\u0327a\u0303o ativa no projeto terape\u0302utico e no ambiente da CT \u2013, e com foco absoluto na reinserc\u0327a\u0303o social dos acolhidos, que em todos os casos devem aderir voluntariamente ao acolhimento, podendo desligar-se do programa a qualquer momento, sem constrangimentos nem impedimentos.<\/p>\n<p>Estes locais, que definitivamente na\u0303o deveriam ser chamados de CTs, apresentam ate\u0301 hoje pra\u0301ticas desumanas e iatroge\u0302nicas, muito semelhantes a\u0300s criticadas pelo movimento da Reforma Psiquia\u0301trica e pelo Movimento de Luta Antimanicomial, o que tem provocado o descre\u0301dito de va\u0301rias instituic\u0327o\u0303es, movimentos, conselhos e autarquias, para com o modelo das verdadeiras CTs, que tem sido alvo de ataques, denu\u0301ncias e difamac\u0327o\u0303es de forma infundada e tendenciosa.<\/p>\n<p>Em 16 de outubro de 1990, a FEBRACT iniciou suas atividades,quando a grande maioria das CTs ainda atuava sem qualquer respaldo t\u00e9cnico e, muitas vezes, sem um comportamento \u00e9tico definido. Em 1995, considerando a dissemina\u00e7\u00e3o desordenada destas entidades, a fim de regulamentar este movimento que crescia a cada dia, a Federa\u00e7\u00e3o solicitou ao Conselho Federal de Entorpecentes, que estabelecesse normas m\u00ednimas de funcionamento ao lado da competente fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a nossa colabora\u00e7\u00e3o, a proposta das CTs no Brasil foi discutida pelo Ministe\u0301rio da Sau\u0301de em sua \u201cPoli\u0301tica para a atenc\u0327a\u0303o integral a usua\u0301rios de a\u0301lcool e outras drogas\u201d, e regulamentada inicialmente pela Age\u0302ncia Nacional de Vigila\u0302ncia Sanita\u0301ria (ANVISA), em sua RDC 101\/2001, dando forma e conteu\u0301do oficial a um movimento de repercussa\u0303o mundial que oferecia um modelo diferenciado de tratamento para o flagelo do momento.<\/p>\n<p>Mais tarde, esta foi substitui\u0301da pela RDC 29\/2011. Em 2015 foi elaborada e publicada a Resoluc\u0327a\u0303o do CONAD (Conselho Nacional de Poli\u0301ticas sobre Drogas) 01\/2015, denominada de Marco Regulato\u0301rio das Comunidades Terape\u0302uticas, que regulamentava o funcionamento, os propo\u0301sitos e as diretrizes das Comunidades Terape\u0302uticas do Brasil, pore\u0301m esta foi suspendida pelo Ministe\u0301rio Pu\u0301blico no ano seguinte, ficando as CTs novamente sem uma regulamentac\u0327a\u0303o especi\u0301fica, a despeito das inu\u0301meras tentativas realizadas pelos movimentos organizados de CTs do Brasil para criar uma legislac\u0327a\u0303o que legitime e delineie este servic\u0327o.<\/p>\n<p>Diversos estudos tendenciosos e mal desenhados foram feitos ao longo da u\u0301ltima de\u0301cada sobre as CTs do Brasil, denunciando uma infinidade de pra\u0301ticas desumanas, irregularidades e abusos em grande parte das instituic\u0327o\u0303es, sendo que muitas destas pra\u0301ticas descaracterizam absolutamente o servic\u0327o das Comunidades Terape\u0302uticas, como a internac\u0327a\u0303o involunta\u0301ria, grades e celas fortes, por exemplo.<\/p>\n<p>Depois de tudo isto, finalmente foi realizado uma verdadeira pesquisa cienti\u0301fica sobre o perfil das CTs do Brasil, a pedido da SENAD (Secretaria Nacional de Poli\u0301ticas sobre Drogas), desenvolvido pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econo\u0302mica Aplicada), juntamente com pesquisadores de diversas universidades (Unicamp, UFRN, UFRGS, UFSCAR).<\/p>\n<p>Este estudo, chamado de \u201cNota Te\u0301cnica: Perfil das Comunidades Terape\u0302uticas Brasileiras\u201d (IPEA, 2016), foi realizado de forma neutra e com amostra estatisticamente representativa, como deve ser uma pesquisa cienti\u0301fica de fato, o que garante que os dados coletados e, consequentemente, os resultados obtidos, representem de fato a realidade das CTs no Brasil.<\/p>\n<p>A partir desta pesquisa qualitativa que se empreendeu, foi possi\u0301vel observar o processo de padronizac\u0327a\u0303o e profissionalizac\u0327a\u0303o do funcionamento das CTs.<\/p>\n<p>Mesmo que se tenha identificado alguns servi\u00e7os demonstrando prec\u00e1ria adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 regulamentac\u0327a\u0303o existente, pode-se constatar que outras Comunidades Terap\u00eauticas se apresentam atentas ao debate acerca delas, e a\u0300s normativas que ve\u0302m sendo estabelecidas, em geral, possuem sede fi\u0301sica, estrutura burocra\u0301tica e equipe multiprofissional, <strong>resultados estes que a FEBRACT reconhece como representativos do modelo de CT que promulga e identifica entre as suas filiadas.<\/strong><\/p>\n<p>Dentro os principais resultados obtidos por esta pesquisa, podem ser ressaltados os seguintes:<\/p>\n<p><strong>1. Prevale\u0302ncia de CTs<span style=\"text-decoration: line-through;\">,<\/span> vinculadas \u00e0s organizac\u0327o\u0303es religiosas.<\/strong><\/p>\n<p>Pore\u0301m, \u201cdiferentemente do que e\u0301 mais comumente difundido, na\u0303o se trata primordialmente de uma busca pela conversa\u0303o religiosa\u201d (p. 35), ou seja, as CTs utilizam a religiosidade como instrumento que contribui com a modificac\u0327a\u0303o dos comportamentos destrutivos e autodestrutivos e, consequentemente com a prevenc\u0327a\u0303o da recai\u0301da, e na\u0303o como mecanismo doutrinador.<\/p>\n<p><strong>2. Me\u0301dia de 3 a 6 vagas por dormito\u0301rio.<\/strong><\/p>\n<p>Outra inverdade amplamente divulgada e\u0301 que as instalac\u0327o\u0303es das CTs se encontram fora dos padro\u0303es exigidos pela ANVISA, enquanto que este resultado evidencia que a maioria das CTs se encontram devidamente adequadas a\u0300 legislac\u0327a\u0303o vigente, como a RDC 29\/2011.<\/p>\n<p><strong>3. Medicalizac\u0327a\u0303o das CTs.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo esta pesquisa, as CTste\u0302m incorporado sistematicamente profissionais e procedimentos da a\u0301reasau\u0301de em sua rotina de funcionamento.<\/p>\n<p><strong>4. Equipes Multiprofissionais.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cProgressivo aumento de profissionais contratados e remunerados, com formac\u0327a\u0303o te\u0301cnica\u201d (p. 35).<\/p>\n<p>Dentre os profissionais mais presentes nas CTs se destacam: Psico\u0301logo, Assistente Social, Terapeuta Ocupacional, Enfermeiro e Me\u0301dico.Enfatiza-se, neste campo, \u201c<em>uma discrep\u00e2ncia entre as percep\u00e7\u00f5es sobre o modelo das comunidades terap\u00eauticas, veiculadas pelas lideran\u00e7as corporativas dos(as) psic\u00f3logos(as) e assistentes sociais, de um lado;e o engajamento efetivo dos profissionais destas corpora\u00e7\u00f5es, nestas institui\u00e7\u00f5es, de outro. Pois, enquanto as lideran\u00e7as corporativas de ambas as profiss\u00f5es \u2013 representadas pelos Conselhos Federais de Psicologia e de Servi\u00e7o Social \u2013, t\u00eam se mostrado resistentes ao financiamento federal \u00e0s CTs, os profissionais de suas bases t\u00eam encontrado nelas amplo espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o por meio de postos de trabalho remunerado.<\/em>\u201d<\/p>\n<p><strong>5. Capacitac\u0327a\u0303o das equipes.<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa mostra que ale\u0301m de ter evidenciado a presenc\u0327a de profissionais nas equipes das CTs, estes profissionais estavam devidamente capacitados, principalmente por cursos oferecidos pela SENAD e pela UNIAD.<\/p>\n<p><strong>6. Participac\u0327a\u0303o em Conselhos de Poli\u0301ticas Pu\u0301blicas.<\/strong><\/p>\n<p>Os dados apontam que as CTs te\u0302m se engajado cada vez mais nas Poli\u0301ticas Pu\u0301blicas municipais, estaduais e federais, atingindo cada vez maior representatividade no cena\u0301rio poli\u0301tico nacional, como mostra o Gra\u0301fico 1.<\/p>\n<p><strong>GRA\u0301FICO 1 &#8211; PARTICIPAC\u0327A\u0303O DAS CTS EM CONSELHOS DE POLI\u0301TICAS PU\u0301BLICAS \u2013 BRASIL (EM %)<\/strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-485\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PARTICIPAC\u0327A\u0303O-DAS-CTS-EM-CONSELHOS-DE-POLI\u0301TICAS-PU\u0301BLICAS.png\" alt=\"\" width=\"746\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PARTICIPAC\u0327A\u0303O-DAS-CTS-EM-CONSELHOS-DE-POLI\u0301TICAS-PU\u0301BLICAS.png 746w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PARTICIPAC\u0327A\u0303O-DAS-CTS-EM-CONSELHOS-DE-POLI\u0301TICAS-PU\u0301BLICAS-300x169.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px\" \/><strong><br \/>\n7. Padronizac\u0327a\u0303o de procedimentos, regras e rotinas internas.<\/strong><\/p>\n<p>A maioria das CTs te\u0302m se organizado de forma especi\u0301fica, visando caracterizar o modelo de trabalho dentro de diretrizes claras, que definem o que e\u0301, de fato, uma CT, no que diz respeito a\u0300s suas rotinas e procedimentos.<\/p>\n<p><strong>8. Interface com a rede<\/strong><\/p>\n<p>As CTs te\u0302m buscado se vincular a\u0300 RAPS como equipamento de interesse a\u0300 sau\u0301de, legitimando assim seu papel dentro da rede de servic\u0327os, como mostra o Gra\u0301fico 2.<\/p>\n<p><strong>GRA\u0301FICO 2 &#8211; RECURSOS EXTERNOS ACESSADOS PELAS CTS<\/strong><strong>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-486\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/RECURSOS-EXTERNOS-ACESSADOS-PELAS-CTS.png\" alt=\"\" width=\"568\" height=\"505\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/RECURSOS-EXTERNOS-ACESSADOS-PELAS-CTS.png 568w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/RECURSOS-EXTERNOS-ACESSADOS-PELAS-CTS-300x267.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px\" \/><\/strong><strong><br \/>\n9. Filiac\u0327a\u0303o a entidades associativas.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAs CTs esta\u0303o organizadas, ou em processo de organizac\u0327a\u0303o institucional, em torno dos seus interesses, o que lhes confere condic\u0327o\u0303es de coordenac\u0327a\u0303o de ac\u0327o\u0303es, com vistas a defesa de pautas comuns\u201d (p. 33).<\/p>\n<p>A principal entidade associativa representativa das CTs no Brasil, segundo esta pesquisa, foi a FEBRACT, como mostra o Gra\u0301fico 3.<\/p>\n<p>GRA\u0301FICO 3 &#8211; PRINCIPAIS ENTIDADES ASSOCIATIVAS DE CTS NO BRASIL<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-488\" src=\"http:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PRINCIPAIS-ENTIDADES-ASSOCIATIVAS-DE-CTS-NO-BRASIL.png\" alt=\"\" width=\"579\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PRINCIPAIS-ENTIDADES-ASSOCIATIVAS-DE-CTS-NO-BRASIL.png 579w, https:\/\/febract.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/PRINCIPAIS-ENTIDADES-ASSOCIATIVAS-DE-CTS-NO-BRASIL-300x206.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 579px) 100vw, 579px\" \/><\/p>\n<p><strong><br \/>\n10. Produc\u0327a\u0303o de dados internos.<\/strong><\/p>\n<p>As CTs no Brasil te\u0302m produzido maiores quantidades de dados internos, no que diz respeito tanto a\u0300s atividades terape\u0302uticas desenvolvidas, quanto tambe\u0301m a\u0300 vida financeira, permitindo assim a prestac\u0327a\u0303o de contas e a consequente justificativa pu\u0301blica do trabalho realizado.<\/p>\n<p>Considerando estes dados, fica evidenciado que o perfil das CTs no Brasil e\u0301 diametralmente oposto ao divulgado recorrentemente pela mi\u0301dia sensacionalista, assim como pelo combatido pelas diferentes organizac\u0327o\u0303es de classe que defendem, assim como a FEBRACT, o modelo antimanicomial de tratamento para a depende\u0302ncia qui\u0301mica.<\/p>\n<p>Por isto se faz imprescindi\u0301vel que cada vez mais as CTs no Brasil sejam reconhecidas como um servi\u00e7o importante, caracterizado pela interna\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria dos casos que preencham os devidos crit\u00e9rios de elegibilidade, a fim de que poli\u0301ticas pu\u0301blicas que legitimem e regulamentem seu funcionamento possam ser estabelecidas, para que se tornem cada vez mais servic\u0327os de excele\u0302ncia te\u0301cnica, sem por isto ficarem desprovidas do caracteri\u0301stico carisma humanista que motivou sua fundac\u0327a\u0303o e funcionamento.<\/p>\n<p><em>Quem teve a oportunidade de aproximar-se de uma Comunidade Terape\u0302utica, tem a sensac\u0327a\u0303o de haver participado de \u201calgo diferente\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>Quem teve, ale\u0301m disso, a oportunidade de conviver durante algum tempo numa Comunidade Terape\u0302utica\u00a0<\/em><em>tera\u0301 uma lembranc\u0327a que o acompanhara\u0301 pelo restante dos seus dias.<\/em><\/p>\n<p><em>MARIA HELENA GOTI, 1990<\/em><\/p>\n<p>PDF Completo: Nota_T\u00e9cnica_IPEA <a href=\"http:\/\/ipea.gov.br\/portal\/images\/stories\/PDFs\/nota_tecnica\/20170418_nt21.pdf\">(Clique Aqui)<\/a><\/p>\n<p>Campinas, 19 de maio de 2017<\/p>\n<p>FEBRACT \u2013 FEDERA\u00c7\u00c3O BRASILEIRA DE COMUNIDADES TERAP\u00caUTICAS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perfil das Comunidades Terap\u00eautica Brasileiras &#8211; Na segunda metade do se\u0301culo passado iniciava-se um movimento revoluciona\u0301rio no cena\u0301rio mundial da sau\u0301de mental: a Reforma Psiquia\u0301trica. 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